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sexta-feira, 20 de julho de 2012

"Comumente o que nos faz deixar os vícios é a impossibilidade de os conservar."
                                                      (Matias Aires) 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

"(...) quando ele deixar de ouvir os muitos, poderá discernir o Um - o som  interior que mata o exterior... Pois então  a alma ouvirá, e recordará. E então, para o ouvido interior, falará a voz do silêncio... E agora teu eu perdeu-se no Eu, tu mesmo em Tu mesmo, fundido naquele Eu do qual te irradiaste pela primeira vez... Vê! Tu te tornaste a luz, tu te tornaste o Som, tu és teu Mestre e teu Deus. Tu Mesmo és o objeto da tua busca: a Voz não quebrada, que ressoa através das eternidades, isenta da mudança, isenta do pecado, os sete sons em um, a Voz do Silêncio."                              (Jean-Yves Leloup)   

quinta-feira, 12 de julho de 2012

"Não brigue com a sua doença... Trate de aprender o que ela quer lhe ensinar. Ela quer que você fique sábio. Ela quer ressuscitar os seus sentidos adormecidos. Ela quer dar a você a sensibilidade dos artistas."           (Rubens Alves)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

"A cada dia somos novos. Mas a memória do que fui ontem estraga a novidade do ser."
                                                      (Rubens Alves)

terça-feira, 10 de julho de 2012

"Há uma pedra em nosso caminho? Não vamos mudar de caminho, não vamos desistir, voltar atrás, mas vamos dar a volta por cima. As pedras são a fortaleza do caminho, mostram que ele será consistente. O importante é trabalhar com a nossa pedra e não nos deixar esmagar por ela. Nesta pedra pode estar a chave do nosso tesouro. A pedra de tropeço pode ser a pedra decisiva para a nossa construção. Avaliemos as pedras, os sofrimentos, os medos, os tropeços. Tudo tem um sentido, tudo conserva uma força, uma esperança."
                                                                               (Carmen Seib)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

"Não vás para fora, volta para ti mesmo: no homem interior habita a verdade; e se descobrires que tua natureza é mutável, transcende também a ti mesmo. Mas lembra-te ao te transcender, de transcender a alma que raciocina."              (Santo Agostinho)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

"As árvores que crescem em lugares sombreados e livres de ventos, enquanto externamente se desenvolvem com aspecto próspero, tornam-se fracas e moles, e facilmente qualquer coisa as fere; mas as árvores que vivem no cume dos montes mais altos, agitadas pelos muitos ventos e constantemente expostas à intempérie e a todas as inclemências, atingidas por fortíssimas tempestades e cobertas por frequentes neves, tornam-se mais robustas que o ferro."
                                                                 (São João Crisóstomo)